17 de junho de 2016

Proibido é mais Gostoso | Zé Felipe lança segundo CD

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O cantor Zé Felipe pode ter apenas 18 anos, mas já está lançando o seu segundo álbum, Proibido É Mais Gostoso. E apesar de ter nascido e sido criado no sertanejo por influência de seu pai, Leonardo, ele parece saber bem quais são os seus objetivos e o caminho que tem para trilhar pela frente. 

Proibido É Mais Gostoso está disponível em todas as plataformas digitais e também nas principais lojas e livrarias do país.

O CD está disponível nas plataformas musicais Spotify Deezer (disponível para Android e iOS). Cadastre-se e ouça todas as faixas do novo CD do cantor Zé Felipe. 

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A Billboard Brasil bateu um papo com Zé Felipe sobre a carreira e descobriu, entre outras coisas, a paixão do cantor pela música latina.

A Billboard Brasil divulga, toda semana, o ranking Brasil Hot 100, que é praticamente todo dominado pela música sertaneja. Apesar do sucesso com o público e dos grandes artistas do gênero, você acha que o gênero pode, num futuro próximo, perder força?
Eu acho que o sertanejo é muito rico e não é um gênero musical engessado. Dentro dele a gente tem o funk, o pop, o eletrônico. Acho que isso faz o sertanejo ser grande. Temos também grandes produtores. O meu, por exemplo, é uruguaio, então já pegamos a essência de lá, da música latina, trazemos inovação. Isso é uma das coisas que faz com que o sertanejo seja grande. Como tem de tudo um pouco, acho bem difícil vir outro gênero musical e bater na gente. A coisa mais certa no mundo é que a união faz a força, então, se pegar um pouco da força de cada um e somar, faremos a nossa música brasileira ficar maior e mais forte.

A leva atual de artistas sertanejos tem feito cada vez mais parcerias com artistas de outros gêneros musicais. Você, inclusive, fez a música “Não Me Toca” com a Ludmilla. Como surgiu a ideia? 

“Não Me Toca” é uma versão de uma música do angolano Anselmo Ralph. Eu recebi e escrevi a minha versão porque tem muita coisa no português de Angola que não tem nada a ver com o nosso idioma. Eu“abrasileirei”. A original é muito eletrônica, então também coloquei a essência do nosso sertanejo, e queria alguém pra cantar comigo na música. Comecei a ver clipes de funk, olhei várias coisas até chegar na Ludmilla. E achei legal demais. Gravei com ela e foi muito bem! O clipe tem 20 milhões de visualizações no YouTube e estou muito feliz com a música. É meu xodó porque eu que compus e ajudei na produção. Ela é produção minha e do Cabrera.

Você gosta de música latina, né? Quais são as suas influências? 

Sou apaixonado. Gosto muito do Maluma, J Balvin, Nicky Jam, Prince Royce, Romeo Santos, Maná, Shakira, Ricky Martin. Tem vários latinos de quem gosto. Eu escuto demais. Se pegar meu celular é só música latina. Acho que é um gênero que tem um charme diferente. E é feita aqui do lado, né? Só a gente aqui do Brasil que não fala espanhol na turma, mas a batida é muito parecida. Sou apaixonado pelo ritmo latino, pela língua espanhola, e quero trazer cada vez mais elementos deles para o sertanejo sem perder a nossa essência. Inovar sempre é bom. Fico muito feliz de ver artista brasileiro como a Anitta gravando com o J Balvin.

E se você pudesse fazer uma parceria com qualquer pessoa, quem seria? 

O Prince Royce. Foi o primeiro artista latino que eu escutei, comprei o CD. Acho que faria com ele. Gosto muito das músicas dele. Ouvi pela primeira vez em um táxi em Nova York com meu pai. Começou a tocar no rádio, eu pedi para o motorista aumentar e perguntei quem cantava. Ele escreveu o nome em um papelzinho e a gente foi em uma loja comprar o CD. De lá pra cá, me apaixonei pela música latina. Não conhecia. Acho que é uma música com muito sentimento, igual ao nosso sertanejo.

Proibido É Mais Gostoso já é seu segundo álbum e você acabou de completar 18 anos. Nos dois anos entre os trabalhos, o que mudou? 

Além da voz? Eu tinha 14 anos quando gravei o primeiro disco e, até completar os 18, ela mudou muito, a galera vai perceber quando ouvir o CD. É outra coisa. A tendência é só melhorar. Eu acho que a melhor aula de canto que existe é cantar, fazer show. Nesse CD, escolhi o repertório inteiro sozinho, participei na produção de duas músicas – “Curtição” e “Não Me Toca” - e estou muito feliz com o resultado. Tem mais a minha cara. No outro álbum, entrei no estúdio e só escolhi duas músicas. Agora pretendo me superar cada vez mais. Nesse disco eu acho que já superei o anterior e, quando gravar o DVD, quero me envolver ainda mais, produzir os arranjos com meu produtor. Acho que até lá eu já vou ter mais bagagem, estamos fazendo shows e eles são a melhor coisa que tem para o artista aprender. Querer melhorar e querer crescer é o mais importante. O CD tem muita música romântica, mas também tem música pra dançar. A gente escolhe repertório de acordo com o que a gente vive, então tem de tudo um pouco, é um CD eclético, feito com muito amor.

Então você já tem planos para o DVD? 

Sim, vamos gravar em janeiro e lançar no primeiro semestre do ano que vem. Até lá tem muita coisa, já vamos começar a escolher o repertório, mas esse CD tem bastante coisa pra trabalhar.

Hoje também foi lançado o terceiro single desse álbum, “Maquiagem Borrada”. Essa música é mais romântica do que as outras, né? 

“Maquiagem Borrada” é uma música muito romântica. Eu quis fazer um arranjo simples porque acho que música bonita igual essa tem que ser simples, não pode inventar muito pra não perder a essência. O estilo mais romântico demora mais tempo pra tocar as pessoas, mas quando dá certo toca um ano sem parar.”Saudade De Você” já foi lançada há mais ou menos esse tempo e tem cidade onde ela ainda ocupa o 5º lugar, às vezes o 2º lugar, como a mais tocada nas rádios. Acho que a música romântica tem mais força do que as outras.

Mas você gosta mais das músicas românticas ou das animadas? 

Acho que música boa não tem estilo. Se ela for boa mesmo, vai pegar de qualquer jeito. Tem que tocar o coração das pessoas.

Você acompanhou seu pai por um tempo na estrada pra ter certeza de que queria mesmo seguir carreira na música. O que te fez decidir e o que te deu vontade de desistir? A ideia foi sua? 

Eu acho que nada me deu vontade de desistir. Eu gosto muito de coisa nova, de desafios. O que mais me motiva é quando alguém fala que eu não vou conseguir. Pra elogiar, vários aparecem. Mas gosto que me falem a verdade, sou muito verdadeiro e não gosto de escutar mentira. Desistir, então, acho que nada. Sempre amei muito música. O que me faz querer continuar são meus fãs, eles são o combustível da carreira de qualquer artista. A gente faz tudo pensando neles. A gravação de um CD é igual a um filho. Desde a escolha do repertório até a chegada às lojas, é muita coisa. É um filho que nasce e, com certeza, cada disco é uma história, uma parte da minha trajetória na música.

Estar com meu pai me deu uma preparada e o susto não foi tão grande. Quando o carinho é com a gente, dá uma assustada. Mas tenho certeza que por eu ter acompanhado meu pai o baque foi bem menor. 


E a ideia foi minha. E isso durou um ano – não ia a todos os shows, ia durante um mês, ficava um pouco em casa. Eu ainda estudava, não podia ficar fora tanto tempo.

E como é ter esse incentivo do seu pai na carreira? 

A gente conversa demais. Ele pede opinião, eu peço pra ele. Acho que pegar opinião de todo mundo é válido. Meu pai é artista, cantor, mas ele me dá opinião de ouvinte e eu faço igual com ele. Música boa, qualquer um vai gostar. Artista, engenheiro, pedreiro. Vai tocar o coração de todo mundo.

Como é a sua relação com as redes sociais? É uma forma mais rápida e fácil de se conectar com os fãs, né? 

Nessa fase de lançar CD, fazer shows, divulgar música nova, meu tempo na internet é bem pouco. Só entro pra ver o que meus pais falaram e logo saio. Mas sempre que tenho tempo livre, gosto de responder aos meus fãs, estar perto, saber o que eles estão achando do disco, qual música eles gostaram… Ajuda a ter um termômetro do que a gente vai fazer. E tem os fãs que passam um bom tempo nas redes sociais. Isso acaba virando um trabalho pra eles, e trabalham de graça para o artista e, às vezes, não recebem nem carinho de volta. Maior divulgador que existe é o fã. Acho clipe também muito importante na carreira de um artista, porque dá uma guinada grande na música. Quero fazer vários, pelo menos mais uns quatro. Vou divulgar esse disco até o bagaço.

FONTE: BILLBOARD
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