12 de dezembro de 2016

Zé Felipe afirma: 'Gosto mais de mulher quietinha'

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Sempre que tem uma brecha na agenda de shows, Zé Felipe reúne os amigos para fazer um churrasco, bater uma bolinha ou pescar. 
“Faz bem para dar uma renovada. Não dou conta (de ficar sozinho). Nem quando estou trabalhando. Se você for lá em casa, parece uma pensão, cheio de gente. Não gosto de ficar sozinho, não. Tenho medo”, afirmou o filho do cantor Leonardo.

Aliás, foi com o pai sertanejo que Zé iniciou seu contato com a pesca. 
“Meu pai sempre pescou muito, então sempre ia com ele para o Pantanal. E o Rio Araguaia passa a 30 quilômetros da fazenda, então a gente sempre pescou. Desde que aguentei segurar a vara, eu pesco. Desde uns 5 anos de idade”, contou Zé, durante tarde no pesqueiro Pantanosso, em Mairinque, Grande São Paulo.

Para o passeio, além dos utensílios de pesca, Zé também carregou seu violão e uma caixa de som portátil para ouvir a seleção de clássicos sertanejos como Tião Carreiro e Pardinho, Rick e Renner e, claro, Leonardo.


Entre uma conversa e outra, o cantor mostrou que sua habilidade não é história de pescador e fisgou logo dois peixões, para em seguida, devolvê-los à agua.
 “Acho que o segredo é paciência mesmo. E eu gosto de pescar onde tem peixe grande. Meu primo, por exemplo, já joga a vara em qualquer poço e fica lá o dia inteiro. A gente está ali para curtir também, queimar uma carne, tomar uma cervejinha. Então não tem um ritual exato”, contou o cantor.

Zé ainda relembrou um dos maiores perrengues que passou durante esses dias de pesca. 
“Estava no Tocantins, no Rio Formoso, e lá tem muito jacaré açu. Nós estávamos pescando no meio do rio e passou um enxame de abelha em cima da gente. E a gente teve que baixar na água”, relembrou o cantor. 


Assédio
Outro perrengue enfrentado pelo cantor foi mais recente. Mas fora d’agua. Após um show realizado em Uberlândia, Minas Gerais, o cantor teve sua camiseta rasgada por fãs. Questionado sobre quantas blusas já “perdeu” assim, ele revela: 
“Perco mais boné. Acho que já foram uns 300. Boné e touca.”

Apesar do ocorrido, Felipe diz não ficar assustado com o assédio. 
“É uma forma de carinho. E toda forma de carinho é bem-vinda. A gente sente que o trabalho foi bem feito e está sendo reconhecido quando a galera pede autógrafo, uma foto, vai ao show, abraça”, analisa o cantor, que completou dois anos de carreira.

Mesmo com o assédio, Zé segue solteiro. Ele não descarta se relacionar com fãs, mas dá a dica: prefere dar o primeiro passo. 
“Acho que é papel do homem. É estranho quando a mulher chega e começa a avançar em você, a gente fica meio constrangido. Gosto mais de mulher quietinha."


Momentos em família
Além dos momentos com os amigos, Zé fala da importância de estar sempre em família. 
“É a base de tudo. Sou de Goiânia e tive que me mudar para São Paulo por trabalho, né? Então sempre faço muita questão de estar perto do meu pai, da minha mãe e dos meus irmãos”, conta ele.

Irmão de Pedro Leonardo, Isabella, Jéssica, Matheus e João Guilherme, ele conta como são os momentos da fazenda do pai, que recebe a família completa durante todas as férias. 
“Virou um costume (ir para lá). Desde pequenos, vamos sempre. Irmãos, primos, família inteira. Dá para lotar um estádio. A gente fica cantando, jogando bola, tomando umas, pescando, mentindo (risos). A gente faz de tudo”, brinca ele, que tem o pai como um de seus maiores conselheiros.


“Não só da carreira, mas de tudo. Sempre quando tenho dúvidas, pergunto pra ele, pra minha mãe, meus tios. Graças a Deus tenho uma família bem presente, uma galera bem unida. Sou muito novo, tenho muita coisa para aprender ainda. Estou numa caminhada aí. Mas acho que escutar as pessoas mais velhas, sempre dá uma luz”.


18 anos
Zé Felipe completou 18 anos em abril de 2016. Além das seis tatuagens que fez desde então, não viu muita coisa mudar com a maioridade. 
“Fui emancipado aos 16 anos, então acho que ali já comecei a ter responsabilidade. Sou bem tranquilo. Com os 18 anos agora, o que mudou, é só que agora posso ir preso (risos)”.

O cantor planeja a gravação de um DVD para o primeiro semestre de 2017, um mês antes de completar 19 anos. 
“Vamos gravar em São Paulo, mas não tem nada certo. Estou escolhendo repertório e em cima disso vou escolher os convidados. Está sendo tudo escolhido com muito carinho e vai ser com certeza um novo degrau na minha carreira”, conta.

Seu trabalho mais recente, intitulado “Proibido é mais gostoso”, segue sendo trabalhado nas rádios. Sobre o título, aliás, ele faz uma análise e conta o que já fez sem aprovação. 
“Ah, eu fugia bastante da escola. Tinha um McDonald’s do lado da escola e eu fugia umas três vezes da semana para ir lá. Quase não ia para a escola. Isso era proibido, mas era gostoso”, relembra. E as notas, Zé? “Nossa, daquele jeito (risos).”

Fonte: EGO
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